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Confira como foi a Edição Especial da Feiarte em Maringá

19 de junho de 2018 0 Comment

Realizada pela primeira vez em Maringá, a Feira Internacional de Artesanato (Feiarte) apresentou para o público da 46ª Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial (Expoingá) o melhor do artesanato de 11 países e de 15 estados brasileiros, além de peças criadas por artesãos da cidade e região.

A variedade de peças passou pelos cristais de Murano, da Itália, pedras de sal do Himalaia, confecções e acessórios feitos com pérolas coloridas cultivadas em água doce, corais, pedras do deserto, batas e vestidos da Índia, esculturas e entalhes em madeira, até artesanato indígena.

“Embora só agora esteja chegando a Maringá, a Feiarte já acontece há quase 40 anos, em Curitiba. Hoje, é realizada também em outros estados brasileiros”, diz a coordenadora Operacional da Diretriz Feira e Eventos, Silvana Giacomitti Naconaski. Ela coordenou o evento, instalado no interior do Pavilhão de Indústria e Comércio “Christina Helena Barros”.

De acordo com ela, a Diretoria da Sociedade Rural de Maringá (SRM) firmou parceria com a Diretriz, por causa do sucesso que a Feiarte tem feito em exposições agropecuárias de outros estados para assim oferecer mais atrativos ao público que frequenta a Expoingá.

“A Expoingá é uma feira consolidada. Representa uma das regiões mais produtivas do Brasil e sempre acrescenta novidades a cada ano”, destaca a diretora Comercial da Diretriz, Mariela Furlanetto. “Por ser de alto nível, o artesanato da Feiarte, certamente, fará sucesso também entre os maringaenses”, ressalta.

Os irmãos João Evangelista, o Bitim, e Claudomiro Silva Lima trabalham com madeira. São respeitados em Pernambuco e vieram à Expoingá com mesas entalhadas, quadros e esculturas, apresentando artigos que vão de R$ 15 a R$ 12 mil. “Tenho a expectativa de boas vendas. Primeiro, porque trazemos peças únicas, executadas com maestria; segundo, porque Maringá é polo de uma região economicamente forte, que pode pagar por um artesanato de qualidade”, afirma Bitim.

A confiança em bons negócios também motiva Kiy Kiy, que trouxe confecções da Nigéria; Moses, da África do Sul; e o senegalês Cheiks Sene, produtor e designer de joias, que trouxe uma coleção de acessórios que mescla pérolas cultivadas em água doce, pedras semipreciosas, prata, corais e madrepérola.“A fama da Expoingá nos motivou a investirmos em passagens, pernoite em hotel e alimentação em restaurante para podermos mostrar nosso artesanato”, diz o artesão Morea Pataxó, que veio de uma aldeia da Bahia, com mais quatro membros da tribo, todos artesãos. Para atrair público para o boxe onde vendem gamelas, colares e instrumentos musicais artesanais, os indígenas apresentam a dança “Auê”, uma tradição do povo pataxó.

Realização: Diretriz Feiras e Eventos

Confira as fotos do evento

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